Arquivo mensal: maio 2013

Mais um pouquito de Voser

 

“Minha hora vai chegar, meu tempo está diante dos meus olhos“. [De confissões enigmáticas.] – Voser

Quatro profetas

 

Há quatro homens que tem me inspirado e me levado a conhecer verdades e/ou me desafiado a aprofundar minha experiência com Deus. Nenhum deles é perfeito, obviamente. E nem eu concordo com tudo o que pregam ou da maneira que pregam. Com nenhum deles, aliás… Mas eles me parecem ter um amor pela Verdade que destoa muito do que vemos por aí.  Cada um é totalmente diferente do outro, mas creio que todos eles sejam realmente profetas. No sentido mais  neotestamentário possível.. Leia Ef 4:11-12. Pretendo explicar melhor a contribuição de cada um para o Reino… E também o choque que causam e porque. Não se escandalize com o que vai ouvir, ouça com atenção, examine, confira nas Escrituras e depois tire suas conclusões.

 

São eles:

 

Paul Washer

Daniel Mastral

Gregory McNutt e

Julio Severo.

 

Fica a dica! 😉

 Assisti uma mensagem do Dan Duke… Ele fala

 

Assisti uma mensagem do Dan Duke… Ele fala sobre alguns que são cegos, mancos no Reino de Deus…  Ele fala também daqueles que não conseguem pegar as coisas do Reino. Dos que possuem a mão ressequida. Lembrei-me do texto de Thiago, sobre os de ânimo dobre… Sobre construir caminhos retos para que o manco ande corretamente… Tô refletindo sobre isso agora… 

Se tudo der certo, devo postar um texto sobre a cultura hedonista e a homossexualidade.

 

Algum leitor por aí? Se tiver, fique na paz.

O êxodo em massa de cristãos do mundo islâmico

Raymond Ibrahim
Um êxodo em massa de cristãos está acontecendo neste momento. Milhões deles estão sendo desalojados em todos os cantos do mundo islâmico.

Estamos revivendo a história real de como o mundo islâmico (boa parte do qual, antes das guerras de conquista islâmicas, era quase inteiramente cristã) se formou.
A Comissão Americana de Liberdade Religiosa Internacional (U.S. Commission on International Religious Freedom) declarou recentemente: “A fuga de cristãos da região é sem precedentes, e está crescendo a cada ano”. Antes de nossa geração passar, “os cristãos poderão ter desaparecido completamente do Iraque, do Afeganistão e do Egito”.
Constantes reportagens sobre o mundo islâmico certamente confirmam essa conclusão: O Iraque foi o primeiro indicador do destino que aguardava os cristãos assim que as forças islâmicas se viram livres dos controles que os ditadores lhes impunham.
Em 2003, a população cristã do Iraque era de pelo menos um milhão. Hoje já são menos de 400.000, resultado de uma campanha anticristã que começou com a ocupação americana do país, quando inúmeras igrejas cristãs sofreram ataques a bomba e inúmeros cristãos foram mortos, inclusive por crucificação e decapitação.
Os ataques a uma igreja em Bagdá em 2010, na qual quase 60 fiéis cristãos foram assassinados, foi apenas a ponta de um iceberg que durava uma década.
Agora, com os EUA apoiando a jihad contra o presidente secular sírio Assad, o mesmo padrão teria que chegar à Síria: regiões e cidades inteiras onde cristãos viveram durante séculos antes do islamismo existir agora estão ficando vazias, pois os rebeldes visam os cristãos para sequestros, pilhagens e decapitações, tudo em obediência ao clamor das mesquitas, que dizem à população que é um “dever secreto” expulsar os cristãos.
Em outubro de 2012 o último cristão na cidade de Homs, que tinha uma população cristã de cerca de 80.000 antes da chegada dos jihadistas, foi assassinado. Uma adolescente síria disse: “Fugimos porque estavam tentando nos matar… porque somos cristãos… Nossos vizinhos se viraram contra nós. No fim, quando fugimos, fomos pelas sacadas. Sequer ousamos sair na rua em frente à nossa casa”.
No Egito, cerca de 100.000 cristãos coptas fugiram da sua terra natal logo após a “Primavera Árabe”. Em setembro de 2012, a pequena comunidade cristã de Sinai foi atacada e expulsa por muçulmanos ligados à Al Qaeda, segundo reportagem da Reuters. Mas mesmo antes disso, a Igreja Ortodoxa Copta lamentou os “incidentes frequentes de remoção de coptas das suas casas, por força ou ameaça.
As remoções começaram em Ameriya [62 famílias cristãs expulsas], depois se estenderam para Dahshur [120 famílias
cristãs expulsas], e hoje em dia o terror e as ameaças alcançaram os corações e almas de nossas crianças coptas em Sinai”.
Iraque, Síria e Egito são parte do mundo árabe. Mas mesmo nas nações africanas e europeias com maioria cristã, os cristãos estão fugindo.
Em Mali, depois de um golpe islâmico em 2012, quase 200.000 cristãos fugiram. De acordo com reportagens, “a Igreja em Mali corre o risco de ser erradicada”, principalmente no norte “onde rebeldes querem estabelecer um estado islâmico independente e expulsar os cristãos… tem havido buscas de casa em casa por cristãos que possam estar escondidos, igrejas e outras propriedades cristãs foram pilhadas ou destruídas, e pessoas são torturadas para revelar parentes cristãos”. Pelo menos um pastor foi decapitado.
Até mesmo na europeia Bósnia cristãos estão fugindo em massa, “em meio a crescente discriminação e islamização”. Apenas 440.000 católicos permanecem na nação balcânica, metade do número antes da guerra.
Os problemas citados são típicos: “enquanto dezenas de mesquitas são construídas na capital Bósnia Sarajevo, nenhuma autorização de construção foi dada a igrejas cristãs”. “O tempo está se encurtando enquanto ocorre uma aceleração preocupante no radicalismo”, declarou uma autoridade, que acrescentou que o povo da Bósnia e Herzegovina foi “perseguido por séculos” depois que as forças europeias “não lhes deram apoio na sua luta contra o Império Otomano”.
E a história se repete.
Pode-se citar ainda vários casos:
Na Etiópia, depois que um cristão foi acusado de profanar um Alcorão, milhares de cristãos foram forçados a sair de suas casas quando “extremistas muçulmanos incendiaram cerca de 50 igrejas e dezenas de casas de cristãos”.
Na Costa do Marfim, onde cristãos têm sido literalmente crucificados, os rebeldes islâmicos “massacraram centenas e desalojaram dezenas de milhares” de cristãos.
Na Líbia, os rebeldes islâmicos forçaram várias ordens religiosas cristãs, que ajudavam pessoas doentes e necessitadas no país desde 1921, a fugir.
Para qualquer pessoa que acompanha o problema dos cristãos sob perseguição islâmica, nada disso é surpresa. Como documentei em meu novo livro "Crucified Again: Exposing Islam’s New War on Christians” (Mais uma Vez Crucificado: Expondo a Nova Guerra do Islamismo Contra os Cristãos), Em todo o mundo islâmico, em nações que não compartilham a mesma raça, língua, cultura ou economia, em nações que têm em comum apenas o islamismo, cristãos estão sendo perseguidos até a extinção. Essa é a verdadeira face do ressurgimento do extremismo islâmico.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do Fox News: The mass exodus of Christians from the Muslim world
Fonte: www.juliosevero.com

O que dizer?

 

Acabo de ler um texto de Olavo de Carvalho. Aliás, um excelente texto onde ele relembra os escândalos dos atentados de Benghazi (http://www.dcomercio.com.br/index.php/opiniao/sub-menu-opiniao/109602-noticias-atrasadas). E agora  estou aqui, diante do meu nootebook sem saber ao certo o que escrever… Falar sobre angústia? Falar sobre Deus? Falar sobre pecado? Falar sobre a guitarra deitada sosbre minha cama, tocada minutos antes sem estar plugada ao amplificador…

 

O que dizer? Dizer que estou frio? Dizer que minha fé não brilha hoje como no rosto de Moisés? Dizer que não pretendo esconder que meu espírito murcha? Dizer que vira e meia ele ressurge com oração fervorosa? Dizer o quê? Dizer que o mundo embrutece e que contamina os seres humanos? Dizer da certeza da fidelidade de Deus? Dizer da minha indisciplina?

 

O que dizer? Hoje não sei o que dizer….