Arquivo mensal: novembro 2012

Suicidou-se homem que pensava que era um tigre

Comentário do Blogueiro: Mais um bom texto do profeta Julio Severo.
FONTE: www.juliosevero.blogspot.com

Por Julio Severo
Dennis Avner, um homem de 54 anos que passou anos se esforçando para deixar seu corpo com a aparência de um tigre, se suicidou. De acordo com notícia do DailyMail de 13 de novembro, o corpo dele foi encontrado no dia 5. O homem vivia solitário.

Dennis Avner

O problema de Avner começou quando um chefe indígena americano, guiado por espíritos, disse que Avner devia “seguir os caminhos do tigre”.
Com uma mente sugestionável, Avner não mediu esforços para transformar sua fantasia em realidade, fazendo o próprio corpo parecer aquilo que sua imaginação achava que ele era: um tigre. Não importava o que ele via ou o que os outros viam, o importante era o que os olhos de sua mente viam.
Com seu desejo governando sua cabeça, ele fez operação cirúrgica na boca, nos lábios e nas orelhas. Ele também passou a usar silicone e implantes. Afinal, viver no mundo da fantasia passou hoje a ser uma espécie de “direito humano” fundamental, mesmo quando essa fantasia se mostra patológica. Avner levou esse direito às últimas consequências, até acabar com a própria vida.

O caso de Dennis Avner não é diferente de homossexuais radicais, que querem viver conforme seus desejos ou fantasias sexuais. Não importa o que os olhos deles ou os olhos dos outros vejam, eles usarão qualquer artifício — silicones, mutilações, hormônios, etc. — para negar, ocultar e rejeitar o que a natureza deixou tão bem gravado em seus corpos.
Ânus é o orifício exclusivo de defecação, nunca de relação sexual. A natureza prova e comprava isso.
Se é ridículo se enxergar como tigre, mais ridículo ainda é tratar o ânus como um órgão sexual.
A única diferença entre Avner e os homossexuais radicais é que, pelo menos por enquanto, não há um número grande de pessoas achando que é tigre, macaco, jumento, anta — embora muitos até se comportem como tal.
Se o número deles aumentar, aí veremos com certeza a parada dos jumentos e das antas e campanhas no Congresso Nacional: “Andar de quatro é um direito humano!”
Veremos homens e mulheres mutantes, com seus corpos deformados, siliconados, operados e impregnados de implantes e hormônios, colocando a imaginação louca acima da natureza.
Obviamente, Avner não era feliz. Homens só se matam porque são extremamente infelizes.
É óbvio também que, para se enxergar como um tigre ou uma anta, um homem tem problemas mentais.
Mas se Avner se enxergasse como “mulher”, aí o coro midiático começaria: “Ele se matou por causa da ‘homofobia’ pregada pelos cristãos fundamentalistas fanáticos raivosos, não por causa de problemas mentais!”
Entretanto, a diferença entre a fantasia de Avner e a fantasia de um homem que quer ser mulher é muito pouca, de modo que ativistas poderiam dizer: “Ele se matou não por causa de problemas mentais, mas porque a sociedade preconceituosa não suporta ver um ser humano com a aparência de um animal!”
A grande contradição na tendência moderna de alterar artificialmente a forma e funções naturais do corpo em nome de pretensos direitos individuais e humanos é que a sociedade envia, ao mesmo tempo, a mensagem de que a Natureza é algo sagrado e que o ser humano precisa viver o máximo possível em harmonia com as normas dela.
A sociedade que aprova e sacraliza em suas leis a mutilação e desfiguração da natureza física humana torna homens e mulheres uma aberração para si e para a natureza.
A verdade é que, ao se olharem para o espelho, homens e mulheres mutilados jamais ficarão satisfeitos com o resultado de suas intervenções cirúrgicas e hormonais para serem aquilo que não são, pois sabem que sua imaginação pode alterar no máximo as aparências, mas nunca a realidade da natureza. No final, lhes restará o desespero, a loucura e a morte.
Quando tudo isso vai parar? É difícil saber, pois a imaginação humana não tem limites.

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Renato Russo ou Ana Paula Valadão?

Comentário do Blogueiro: As palavras do Julio Severo são duras. Para quem está acostumado com o politicamente correto vai assustar, mas apesar de não ser o meu estilo, o jornalista bate como se fosse um martelo de profeta. Para a música brasileira, Renato Russo tem um valor sim, inestimável. Mas será que um ministro do evangelho pode gabar-se de se alimentar espiritualmente das músicas do falecido vocalista da famosa Legião Urbana?

Julio Severo

Renato Russo ou Ana Paula Valadão?

Música com palavrões e obscenidades ou música de adoração a Deus: o que um pastor deve escutar?

Julio Severo
Ele escuta e recomenda Renato Russo. Ele é pastor e defende seu gosto musical. Ele diz que ninguém tem o direito de criticá-lo por ouvir o cantor gay que morreu de AIDS e cantava palavrões e obscenidades. Em defesa de sua liberdade, ele bate o pé no chão e nos “religiosos fanáticos”: os que criticam sua liberdade de gostar das músicas obscenas do cantor gay.
E esse não parece ser um problema isolado. Uma amiga nossa, que é hoje missionária na África cuidando de crianças órfãs, estudou teologia numa universidade presbiteriana onde, segundo ela, os reverendos-professores atacavam o neopentecostalismo e ouviam músicas não muito diferentes dos palavrões cantados pelo gay aidético.
Eu mesmo já presenciei um teólogo calvinista que conseguia falar muito bem da Bíblia…

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Presidente de Uganda se arrepende de pecados pessoais e nacionais

Comentário do Blogueiro: Imaginem só se todos os líderes de todas as nações fizessem o mesmo. Não estenderia o Senhor, de norte a Sul, de leste a oeste misericórdia e perdão sobre todos os seres humanos?

Michael Carl
Será que um presidente deveria conduzir os cidadãos numa oração nacional de arrependimento?
O presidente evangélico de Uganda pensa que sim.

De acordo com uma reportagem do site ugandense New Vision, o presidente Yoweri Museveni celebrou o aniversário de 50 anos de independência de Uganda da Inglaterra no evento Orações Nacionais do Jubileu, se arrependendo publicamente por seus pecados pessoais e pelos pecados da nação.
“Estou aqui hoje para encerrar o passado de malignidade, e principalmente os últimos 50 anos de nossa história de liderança nacional, e entrarmos numa nova dispensação na vida desta nação. Estou aqui em favor de mim mesmo e dos presidentes anteriores, para demonstrar arrependimento. Pedimos teu perdão”, orou Museveni.
“Confessamos esses pecados, que têm causado grandes impedimentos para nossa harmonia nacional e atrasos para nossa transformação política, social e econômica. Confessamos os pecados de idolatria e bruxaria que são abundantes em nosso país. Confessamos os pecados de derramamento de sangue inocente, pecados de hipocrisia política, desonestidade, intriga e traição”, disse Museveni.
“Perdoa-nos os pecados de orgulho, tribalismo e sectarismo; pecados de preguiça, indiferença e irresponsabilidade; pecados de corrupção e suborno que estão provocando erosão em nossos recursos nacionais; pecados de imoralidade sexual, alcoolismo e devassidão; pecados de falta de perdão, amargura, ódio e vingança; pecados de injustiça, opressão e exploração; pecados de rebelião, insubordinação, brigas e conflitos”, orou Museveni.
Em seguida, o presidente dedicou Uganda a Deus.
“Queremos dedicar esta nação a ti de modo que tu sejas o nosso Deus e guia. Queremos que Uganda seja conhecida como uma nação que teme a Deus e como uma nação cujos alicerces estão firmemente enraizados na justiça para cumprir o que a Bíblia diz no Salmo 33:12: ‘Feliz a nação cujo Deus é o SENHOR, o povo que Ele escolheu para lhe pertencer!’ (KJA)” orou Museveni.
Uganda ganhou sua independência da Inglaterra em 8 de outubro de 1962. Milton Obote, líder da resistência, foi o primeiro primeiro-ministro de Uganda.
O Rev. Scott Lively, pastor e ativista de Massachusetts, crê que Museveni é um modelo para outros líderes nacionais.
“A oração de Museveni é um modelo para todos os líderes cristãos no mundo inteiro. O declínio dos líderes do Ocidente está ocorrendo em proporção ao grau de rejeição que eles demonstram a Deus”, disse Scott.
Scott também acredita que Uganda vai se erguer como uma grande potência africana, enquanto os EUA continuam a decair. Ele usa a Inglaterra como exemplo.
“Quando honrava a Deus, exatamente como o presidente de Uganda acabou de fazer, a Inglaterra estava em seu auge como potência mundial. De forma semelhante, a grandeza dos EUA está diminuindo, pois os EUA passaram de nação cristã para uma nação humanista e secularista. Mas fique de olho em Uganda, pois Deus os abençoará muito por quererem ser uma nação dedicada a Ele”, disse Scott.
Scott acrescentou que Museveni está claramente fazendo um contraste entre Uganda e o Ocidente.
“Este incidente é também importante como um contraste no quadro que está sendo pintado pela esquerda ímpia que retrata Uganda como uma nação atrasada, violenta e selvagem pronta para assassinar homossexuais”, disse Scott.
“Pelo contrário, com calma e confiança Museveni está estabelecendo o rumo de sua nação mediante a orientação da Bíblia, de um jeito que também mostra grande coragem e determinação”, disse Scott.
Os grupos de militância homossexual estão criticando o governo de Uganda e Museveni por aprovarem leis que criminalizam a conduta homossexual. Um projeto de lei atualmente no Parlamento de Uganda aumenta as sentenças de prisão para atos homossexuais e inclui penas criminais para os que incentivam ou promovem a homossexualidade.
O projeto havia incluído a pena de morte para os que cometem múltiplos atos de conduta homossexual, mas a cláusula foi removida, conforme reportagens da BBC Notícias.
Scott disse que não concorda com a cláusula de pena de morte, mas apoia a forte postura de Uganda contra a conduta homossexual.
Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: Ugandan president repents of personal, national sins
Fonte: www.juliosevero.com

Erros morais

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Meus erros morais são maiores  que os seus

Por isso não te julgo nem te julgarei mais!

 

Em pensar que em Tocqueville a França amou os EUA

E os EUA em Mark Twain se fizeram suíços.

 

Amantes todos de uma Monarquia  Constitucional

Pelo que canto história em poesia Liberal

 

Viva a rainha, a ilha e a coroa britânica

Meus pecados e os seus: erros morais

Afoguemos eles todos no mar da Inglaterra!