Arquivo mensal: janeiro 2013

Jovens católicos são agredidos durante manifestação pacífica por militantes gayzistas

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Julio Severo

Julio Severo e os calvinistas

Wanderley Dantas
Há certo tempo, deparei-me com mais um texto polêmico do apologeta Julio Severo, intitulado “Renato Russo ou Ana Paula Valadão?” Um texto que precisa ser avaliado, principalmente porque, mais uma vez, o autor acerta o alvo e expõe as mazelas e idiossincrasias do ainda muitíssimo imaturo e circunscrito movimento calvinista no Brasil.

Talvez, antes de continuar este artigo, eu deva apresentar abertamente o que penso de Julio Severo. Então, eu devo dizer que cobeligero ao lado dele no apoio a Israel, mas não pelos mesmos motivos de Julio e isso se explica porque temos teologias diferentes.

Também discordo compreensivelmente de seu pentecostalismo, de suas “visões”, “revelações” e outras questões defendidas por ele. Digo “compreensivelmente”, porque entendo que Julio está sendo coerente com suas premissas. E creio que esse é o ponto que me leva a escrever este texto: entre outras questões de seu…

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A alegria de ser mulher e a armadilha feminista

Comentário do blogueiro: Interessante, ontem mesmo eu lia um trecho do livro de Ester… O Rei Assuero havia decidido,  juntamente com sua cúpula real, expurgar Vasti como rainha, já que ela havia ofendido sua honra ao recusar comparecer a um banquete. O veredito do Rei impedia sua ex-esposa de entrar em sua presença novamente e ficaria decidido que uma nova Rainha seria encontrada. O verso 22 diz o seguinte: “Então enviou cartas a todas as províncias do rei, a cada província segundo a sua escrita, e a cada povo segundo a sua língua; que cada homem fosse senhor em sua casa…“

Eu, particularmente acredito que a mulher tem potencial para desenvolver qualquer cargo de liderança e que pode exercer qualquer ministério cristão como o homem também o faz. Existe apenas duas ressalvas, sua prioridade dentro do lar, no caso de mulheres cristãs não celibatárias, deve ser ajudar o marido, lhe ser submissa, gerar e criar filhos e gerenciar o lar com sabedoria e amor. No Antigo testamento há relatos de profetisas, por exemplo, mas ainda que uma mulher seja presidente da República, ou uma apóstola de Jesus Cristo – sim porque eu creio sinceramente nesta possibilidade; no seu lar, o seu marido, no sentido mais bíblico possível, o seu marido, é senhor.

 Júlio Servo Dorea.

* * *

Por Elis Bobato

“Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor excede o de rubis. O coração de seu marido confia nela, e a ele não falta riquezas.” Pv 31:10-11
A mulher segundo o coração de Deus era dedicada a família e submissa ao seu marido. E isso não significa que fosse “escrava”, pois esta mulher do capítulo 31 do livro de Provérbios dava ordens às suas servas. No versículo 11 diz que “a ele não falta riquezas”.

E o coração de seu marido confia nela, porque ela é submissa a ele. E ser submissa a um homem, não significa ser inferior a ele, nem ser sua empregada ou capacho. E sim ser o suporte para a missão dele. Basta pensar no sentido literal da palavra – “sub-missão”. Por confiar nela, sabendo que ela está cuidando com esmero da casa e dos filhos, o marido tem segurança e tranquilidade para passar o tempo necessário fora, e produzir riquezas. Se as feministas entendessem isso, o que é de fato ser submissa ao homem, seria para elas uma grande alegria e plena realização.

Então estaria eu dizendo que uma mulher de verdade, feliz e realizada, é aquela que fica em casa cuidando dos filhos, enquanto o marido sai para ganhar dinheiro? Sim, é exatamente isso que eu estou dizendo.
Já imagino a reação das feministas, ou, se preferirem, das mulheres “modernas”, “inteligentes”, e bem sucedidas que ganham mais que seus maridos, e por isso os tratam como idiotas. E claro que não posso esquecer daquelas que dizem que não querem se casar, porque são muito focadas em suas carreiras. O que eu duvido.
A esta altura já devem também estar me chamando de antiquada. Que seja, eu não negocio valores para receber elogios de ninguém. Prefiro ser útil do que ser simpática.
A verdade é que mulher feliz, mulher realizada é sim, aquela que tem uma casa para cuidar, filhos para educar e marido para obedecer e amar.
Sendo assim, e em defesa das mulheres que ainda tem valores e princípios conservadores, não posso deixar de expressar aqui a minha indignação com a campanha pela destruição da família que vem sendo promovida por este governo socialista que se apoderou do nosso país.
Para destruir a família vale tudo: incentivar o homossexualismo, patrocinando paradas gays por todo país, distribuir “kit gay” nas escolas; descriminalizar e patrocinar o aborto. Como se isso tudo não bastasse, eles conseguem jogar ainda mais sujo, com uma emenda constitucional proposta pela senadora (licenciada) Marta Suplicy, com a qual se pretende tirar o nome da mãe e do pai dos documentos dos recém nascidos (daqueles que conseguirem sobreviver ao aborto, é claro). Me surpreende que Marta Suplicy, apesar de ter nascido mulher, ter se casado e ter sido mãe, hoje tem como um de seus objetivos destruir a família de outras mulheres. Obviamente, não devemos esperar outra coisa de uma petista.
Se esta emenda for aprovada, não existirão mais, juridicamente, as figuras do pai e da mãe. Mas e os filhos então? Seriam filhos de quem? Filhos da… meretriz? Por que essa “mulher” não começa tirando seu próprio nome e o de seu ex-marido, o senador Eduardo Suplicy, dos documentos daquele seu filho, o Supla?
Então fica a questão: se Marta é contra a família, por que ela tem uma? Eis uma bela resposta:
“Em últimas contas, se o patriarcalismo fosse coisa ruim os ricos não o guardariam ciumentamente para si mesmos, mas o distribuiriam aos pobres, preferindo, por seu lado, esfarelar-se em pequenas famílias nucleares. Se fazem precisamente o oposto, é porque sabem o que estão fazendo.” É o que afirma Olavo de Carvalho observando a conduta da família Rockefeller no artigo ‘A família em busca da extinção‘.
Que as mulheres de bem deste país, aquelas que tem alguma reserva do que é verdadeiro e bom guardado em suas almas, tenham seus olhos abertos a tempo, e não se deixem enganar pela manipulação feminista promovida pelos partidos de esquerda e reverberada pela mídia.
Que consigam tocar suas vidas com sabedoria e princípios ensinados por Deus, valorizando a família e o privilégio de ter nascido mulher.
(Ilustração: “Marta e Maria Madalena” — Caravaggio, 1598)
Fonte: Elis Bobato
Divulgação: www.juliosevero.com

Missão Portas Abertas em Perigo

Comentário do blogueiro: Uma das maiores entidades missionárias do mundo pode estar correndo sério perigo de ter sua mensagem diluída no Brasil.

Ajudem Portas Abertas do Brasil

Rafael Resende Stival
Algo de nefasto está acontecendo à Missão Portas Abertas Brasil nestes dias. Após o adeus amargurado do então secretário-geral, Carlos Alfredo de Sousa, quem escreveu uma mensagem de véspera de Natal, destaque no site dessa querida organização foi o pastor progressista Ariovaldo Ramos. Não há nada de pernicioso nesse artigo; só um falso enunciado dizendo que o artigo é sobre a igreja perseguida, mas mais parece um devocional chinfrim. No site há outro artigo dele de 2009, falando sobre o caráter “geocida” do pecado, o que me recende a neologismo ecolouco. Mas o que há de mais grave sobre este senhor não é o que ele está escrevendo ali, e sim seu passado que ainda não passou.

Quem ajudará Portas Abertas?

Um artigo de 2010 do jornalista Edson Camargo dá-nos um panorama daquilo e daqueles que ele preza. Caio Fábio, Ed René Kivitz e Robinson Cavalcanti são seus amigos de missão integral. Quando da brutal morte deste último, ele o chamou de “representante maior do Evangelho de Cristo, na América Latina”. Ele deu encorajamento ao MST, que prega a revolução comunista no Brasil e recebe treinamento das FARC, na comemoração dos seus 25 anos. Hugo Chávez é-lhe um estadista exemplar. Este facínora dá abrigo e armas às FARC e ao ELN, que o transformaram em sócio do narcotráfico latino-americano, como pode ser comprovado aqui, aqui, aqui e aqui (é muita maldade mesmo). FARC e ELN são quem fazem da Colômbia um dos 50 países que mais perseguem os cristãos. Veja duas reportagens, uma de 2009, onde consta que 132 igrejas haviam sido fechadas pelas FARC desde 2004 até então, e outra deste ano sobre o mesmo assunto, ambas usando informações da Missão Portas Abertas, e entenda como esses grupos terroristas tratam os cristãos.
Tudo indica que, para Ariovaldo, o PT pode apoiar o aborto, usar dinheiro público para fazer paradas gays, associar-se ao narcotráfico, tentar comprar o congresso, enviar dinheiro público ao Hamas, mas nunca, jamais, poderia ter perdoado o Sarney.
Além disso, a filial brasileira da World Vision é presidida por ele. O trabalho da organização segue todos os padrões da caridade globalista, inclusive o recebimento de dinheiro e apoio sujos. A Bill and Melinda Gates Foundation e a Rockefeller Foundation — potentados econômicos ao mesmo tempo “caridosos” e apoiadores do abortismo, gayzismo, feminismo etc. — estão entre os que lhes enviam dinheiro. Inclua aí o UNICEF e até a Feminist Majority Foundation. No Brasil, a Visão Mundial ainda recebe apoio da cafeteria do senador esquerdopata Eduardo Suplicy. Essa organização é mais um galho (ou tronco) da árvore podre da missão integral denunciada pelo Pr. Gustavo Abadie.
Duvido muito que a Open Doors international fosse capaz de transgredir as leis que impedem a propagação do evangelho nas nações perseguidoras se tivesse como “protetoras” as mesmas organizações da Visão Mundial. O Irmão André arriscava a própria vida e recebia clara ajuda divina para entregar Bíblias aos cristãos além da cortina comunista de ferro em seu fusca. Ariovaldo viaja de avião com os confortos providos pelos ricaços do tal capitalismo selvagem para entregar uma “epístola” não de admoestação, mas de apoio ao tiranete comunista. Um chefia hoje o maior esquema de contrabando de Bíblias, que é a própria Portas Abertas, o outro louva um chefe do maior esquema de contrabando de drogas.
Se a Portas Abertas Brasil, segundo as palavras do mesmo Carlos Alfredo de Sousa, afirma que “não nos colocamos como defensores ou opositores de nenhum sistema político, nossa razão de ser passa longe disso”, porque então convidar para escrever uma mensagem de destaque um igrejeiro progressista tão politicamente engajado? O Julio Severo, por exemplo, é um dos poucos representantes da igreja perseguida brasileira e tem muito a ensinar ao público — que é também patrocinador — da Missão Portas Abertas. Por que ele não é convidado a escrever-lhes um artigo? Certamente por conta de seu anticomunismo inflexível. Mesmo que confundam apolitismo com a ausência de engajamento político, o que no Brasil é normal e perdoável, há aí, sem dúvidas, dois pesos e duas medidas. Jamais veremos no site da Open Doors USA uma mensagem de um radical esquerdista como Jeremiah Wright, de um Louis Farrakhan ou de um Jesse Jackson, mas na República da Banânia tudo é possível àquele que perverte.
Pouco sabemos sobre o tipo de problema que está acontecendo com os decisores da Portas Abertas Brasil, como no caso do ex-secretário geral que publicou um texto elogioso à revolução marxista armada no site da PA, mas creio que o que há de ser revelado será em breve.
Contudo, sabemos que se ficarmos parados ante a invasão desses igrejeiros vendilhões a instituições tão importantes como esta, as igrejas brasileiras apodrecerão e se venderão rapidamente, como ocorreu na União Soviética e na Alemanha Nazista e está ocorrendo hoje na Europa e EUA.
Conclamo os leitores para que, como eu, visitem o site e protestem contra a presença ou a influência desse senhor na mais capacitada instituição de auxílio à igreja que sofre. Eis o que eu escrevi nos comentários à mensagem:
Por mais bela que fosse a mensagem de Ariovaldo Ramos, ele jamais deveria escrever no site desta organização. Ele prestou seu apoio, digamos, presencial a Hugo Chávez e ao MST. Estes dão e recebem auxílio das FARC, que por sua vez são responsáveis por colocar a Colômbia entre os 50 países onde os cristãos são mais perseguidos. Há anos as FARC vêm explodindo igrejas e fazendo viúvas de pastores que ousam pregar o evangelho em seus domínios. Ademais, Hugo Chávez não só apoia, mas declarou que deseja unificar Cuba — 41 país mais perseguidor de cristãos — e seu país, a Venezuela.
Fica difícil saber se a Missão Portas Abertas e o autor da mensagem estão ao lado dos algozes ou das vítimas e fica difícil contribuir, seja materialmente ou espiritualmente, com a organização se esta não se mostra consciente dos perigos que a ameaçam desde dentro.
Fonte: www.juliosevero.com

Duas Notas

Comentário do Blogueiro: É com alegria que comunicamos a volta do professor olavo de Carvalho.

ESCRITO POR OLAVO DE CARVALHO | 09 JANEIRO 2013
ARTIGOS – CULTURA

FONTE: www.midiasemmascara.org

Aviso: Hoje, 9 de janeiro, Olavo de Carvalho volta a apresentar o talk-show True Outspeak, às 20 horas. Atendendo a inúmeros pedidos, o programa retorna, agora com periodicidade mensal.)

Thomas Sowell dizia: “Nunca entendi por que é ‘ganância’ você querer conservar o dinheiro que ganhou, mas não é ganância querer tomar o dinheiro dos outros.” Mutatis mutandis, a obrigação moral que os ricos têm de ajudar os pobres, mesmo quando seja tomada em sentido absoluto e intransigente, não implica jamais que os pobres tenham o “direito” de ser ajudados.

Todo direito de um implica obrigações para algum outro, mas nem toda obrigação que pese sobre alguém gera direitos para quem quer que seja.

A razão disso é simples e auto-evidente: toda e qualquer obrigação moral ou legal é relativa porque limitada à disponibilidade de meios, ao passo que um “direito”, uma vez consagrado, é universal e incondicional. Decretado que os pobres têm “direito” à ajuda estatal ou privada, a simples inexistência dos meios de ajudá-los se torna automaticamente algo como uma ilegalidade ou um crime, e a sociedade inteira, quanto mais pobre, tanto mais merecerá o rótulo de criminosa, de modo que a pobreza de uns será uma espécie de mérito e a de todos um delito abominável. Se isto está muito sintético, analisem e verão que é certo.

Da incompreensão dessa obviedade deriva a noção monstruosamente perversa de que uma sociedade onde haja pobres, ou muitos pobres, é uma “sociedade injusta”. Em princípio, e à luz da razão, toda obrigação moral ou legal está condicionada à regra áurea do Direito: Ad impossibilia nemo tenetur, “ninguém é obrigado ao impossível”. Por isso mesmo a obrigação de ajudar os pobres não dá a estes nenhum direito de exigi-la. A absurdidade dessa exigência aparece nítida no delírio de Luís da Silva no romance Angústia de Graciliano Ramos:

“Há criaturas que não suporto. Os vagabundos, por exemplo. Parece-me que eles cresceram muito, e, aproximando-se de mim, não vão gemer peditórios: vão gritar, exigir, tomar-me qualquer coisa.”

E Luís da Silva não é nenhum burguês atemorizado ante a revolta dos infelizes. É ele mesmo um pobretão ressentido, sem dinheiro para o aluguel. Só no mundo das alucinações a pobreza é, por si, fonte de direitos.

Antigamente, até os marxistas compreendiam isso. Julgavam que o proletariado industrial tinha o direito de expropriar a burguesia não pelo simples fato de ser pobre, mas por ser o criador material da riqueza social. A horda de miseráveis improdutivos, o Lumpenproletariat, não lhes merecia senão desprezo. É o óbvio dos óbvios: ninguém se torna um “expoliado” pelo simples fato de estar sem dinheiro. Para ser um expoliado é preciso produzir primeiro alguma coisa e depois ser despojado dela injustamente. Como o proletariado se recusou a aderir às revoluções, os teóricos do marxismo promoveram a escória lumpenproletária ao estatuto de credora universal e portadora, ipso facto, da autoridade intrínseca das virtudes morais faltantes ao resto da sociedade. Daí ao endeusamento dos delinqüentes o passo é bem curto.

Da insensibilidade a esses fatos vem a noção de “dívida social”. Qualquer candidato que proponha a sua eleição como o pagamento de uma dívida social é, com toda a evidência, um charlatão do qual não se pode esperar nada de bom. Se a dívida existe e é social, não pode ser jamais resgatada mediante pagamento a um só indivíduo. O fato mesmo de que este se apresente como credor simbólico, herdeiro e resumo vivo de várias gerações de interesses lesados, já mostra que se trata de um vigarista, pois nem aceita pagamento simbólico nem tem como repassar o pagamento efetivo aos credores defuntos de cujo crédito se apropria indevidamente.

Todo eleitor em seu juízo perfeito deveria pensar nisso antes de votar em tipos como Luís Inácio Lula da Silva ou Barack Hussein Obama. Mas, tão logo a pobreza se torna fonte de “direitos”, é inevitável que o carreirista desprovido de méritos próprios se invista de prerrogativas imaginárias derivadas da pobreza alheia, impondo-se como recebedor único da “dívida social” — um vigarista elevado à segunda potência.

* * *

Se esbarrasse na rua com algum dos nossos políticos ditos “de direita”, eu lhe perguntaria o seguinte: “Você quer destruir a esquerda, destrui-la politicamente, socialmente, culturalmente, de modo que ela nunca mais se levante e que ser esquerdista se torne uma vergonha que ninguém ouse confessar em público?”

Tenho a certeza de que a resposta do desgraçado será “Não”, e virá provavelmente acompanhada das usuais caretas de repugnância fingida com que os bons meninos da direita marcam sua distância de todo “extremismo”.

Bem, o fato é que aquilo que a direita não quer fazer com a esquerda é o que a esquerda já fez com a direita.

Afinal, só quem precisa ostentar moderação é quem se envergonha da sua própria opinião ao ponto de admitir, cabisbaixo e submisso, que ela só vale alguma coisa quando usada em doses moderadas. Em doses moderadas, filhinho, até a estricnina vale alguma coisa. Só o que é indiscutivelmente bom, como a inteligência, a beleza, a santidade ou a saúde, vale tanto mais quanto maior a dose. A esquerda conseguiu convencer até os direitistas de que nenhuma dose de esquerdismo é excessiva, tanto que o sr. Luis Inácio Lula, vendendo uma imagem de moderado, não se vexava de presidir o Foro de São Paulo de maozinhas dadas com um notório extremista, assassino e narcotraficante, o sr. Manuel Marulanda, nem muito menos se esquivou jamais de fazer parceria com o sr. Fidel Castro, que é o extremismo de esquerda encarnado.

Já os homens “da direita” – digo “homens” cum grano salis – prefeririam antes morrer do que ser vistos ao lado de alguém que lhes pareça mais direitista que eles.

Publicado no Diário do Comércio com o título ‘Direitos e pobreza’.