Arquivo mensal: março 2013

Você conhece o meu Rei? | Entrada do Vitor Belfort

Outra música tema sensacional feita para o Vítor. O remix é atribuído a Jorge Quintero – 300 violin Orchestra Remix.

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O Pacto de Lausanne

Comentário do Blogueiro: Estava lendo sobre o pacto de Lausanne para entender melhor as raízes da missiologia integral e para entender a própria missão integral, bem como as suas aparentes distorções no Brasil.

* O Pacto de Lausanne / 1974 / Suíça

O PACTO DE LAUSANNE- 1974, NA SUÍÇA

Sumário

Introdução

1. O Propósito de Deus
2. A Autoridade e o Poder da Bíblia
3. A Unicidade e a Universalidade de Cristo
4. A Natureza da Evangelização
5. A Responsabilidade Social Cristã
6. A Igreja e a Evangelização
7. Cooperação na Evangelização
8. Esforço Conjugado de Igrejas na Evangelização
9. Urgência da Tarefa Evangelística
10. Evangelização e Cultura
11. Educação e Liderança
12. Conflito Espiritual
13. Liberdade e Perseguição
14. O Poder do Espírito Santo
15. O Retorno de Cristo
Conclusão

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Lausanne, na Suíça é o lugar em que ocorreu Congresso Internacional em 1974. Líderes cristãos de 150 países compareceram, e daí surgiu o Lausanne Committee for World Evangelization (Comitê de Lausanne para a Evangelização Mundial). Esse congresso também estabeleceu um pacto, este que você lê abaixo. Este pacto foi assinado por 2.300 evangélicos que se comprometeram a ir mais a fundo no compromisso com a evangelização mundial. Desde então o pacto tem sido uma referência para igrejas e missões. Eu não poderia deixar de postar sobre o Pacto de Lausanne e alguns trechos do Livro sobre o Pacto de Lausanne, que marcou a minha vida e o meu amor por Cristo e pelo Evangelho.

Introdução

Nós, membros da Igreja de Jesus Cristo, procedentes de mais de 150 nações, participantes do Congresso Internacional de Evangelização Mundial, em Lausanne, louvamos a Deus por sua grande salvação, e regozijamo-nos com a comunhão que, por graça dele mesmo, podemos ter com ele e uns com os outros. Estamos profundamente tocados pelo que Deus vem fazendo em nossos dias, movidos ao arrependimento por nossos fracassos e dasafiados pela tarefa inacabada da evangelização. Acreditamos que o evangelho são as boas novas de Deus para todo o mundo, e por sua graça, decidimos a obedecer ao mandamento de Cristo de proclamá-lo a toda a humanidade e fazer discípulos de todas as nações. Desejamos, portanto, reafirmar a nossa fé e a nossa resolução, e tornar público o nosso pacto.

1. O Propósito de Deus

Afirmamos a nossa crença no único Deus eterno, Criador e Senhor do Mundo, Pai, Filho e Espírito Santo, que governa todas as coisas segundo o propósito da sua vontade. Ele tem chamado do mundo um povo para si, enviando-o novamente ao mundo como seus servos e testemunhas, para estender o seu reino, edificar o corpo de Cristo, e também para a glória do seu nome. Confessamos, envergonhados, que muitas vezes negamos o nosso chamado e falhamos em nossa missão, em razão de nos termos conformado ao mundo ou nos termos isolado demasiadamente. Contudo, regozijamo-nos com o fato de que, mesmo transportado em vasos de barro, o evangelho continua sendo um tesouro precioso. À tarefa de tornar esse tesouro conhecido, no poder do Espírito Santo, desejamos dedicar-nos novamente.

2. A Autoridade e o Poder da Bíblia

Afirmamos a inspiração divina, a veracidade e autoridade das Escrituras tanto do Velho como do Novo Testamento, em sua totalidade, como única Palavra de Deus escrita, sem erro em tudo o que ela afirma, e a única regra infalível de fé e prática. Também afirmamos o poder da Palavra de Deus para cumprir o seu propósito de salvação. A mensagem da Bíblia destina-se a toda a humanidade, pois a revelação de Deus em Cristo e na Escritura é imutável. Através dela o Espírito Santo fala ainda hoje. Ele ilumina as mentes do povo de Deus em toda cultura, de modo a perceberem a sua verdade, de maneira sempre nova, com os próprios olhos, e assim revela a toda a igreja uma porção cada vez maior da multiforme sabedoria de Deus.

3. A Unicidade e a Universalidade de Cristo

Afirmamos que há um só Salvador e um só evangelho, embora exista uma ampla variedade de maneiras de se realizar a obra de evangelização. Reconhecemos que todos os homens têm algum conhecimento de Deus através da revelação geral de Deus na natureza. Mas negamos que tal conhecimento possa salvar, pois os homens, por sua injustiça, suprimem a verdade. Também rejeitamos, como depreciativo de Cristo e do evangelho, todo e qualquer tipo de sincretismo ou de diálogo cujo pressuposto seja o de que Cristo fala igualmente através de todas as religiões e ideologias. Jesus Cristo, sendo ele próprio o único Deus-homem, que se deu uma só vez em resgate pelos pecadores, é o único mediador entre Deus e o homem. Não existe nenhum outro nome pelo qual importa que sejamos salvos. Todos os homens estão perecendo por causa do pecado, mas Deus ama todos os homens, desejando que nenhum pereça, mas que todos se arrependam. Entretanto, os que rejeitam Cristo repudiam o gozo da salvação e condenam-se à separação eterna de Deus. Proclamar Jesus como "o Salvador do mundo" não é afirmar que todos os homens, automaticamente, ou ao final de tudo, serão salvos; e muito menos que todas as religiões ofereçam salvação em Cristo. Trata-se antes de proclamar o amor de Deus por um mundo de pecadores e convidar todos os homens a se entregarem a ele como Salvador e Senhor no sincero compromisso pessoal de arrependimento e fé. Jesus Cristo foi exaltado sobre todo e qualquer nome. Anelamos pelo dia em que todo joelho se dobrará diante dele e toda língua o confessará como Senhor.

4. A Natureza da Evangelização

Evangelizar é difundir as boas novas de que Jesus Cristo morreu por nossos pecados e ressuscitou segundo as Escrituras, e de que, como Senhor e Rei, ele agora oferece o perdão dos pecados e o dom libertador do Espírito a todos os que se arrependem e crêem. A nossa presença cristã no mundo é indispensável à evangelização, e o mesmo se dá com aquele tipo de diálogo cujo propósito é ouvir com sensibilidade, a fim de compreender. Mas a evangelização propriamente dita é a proclamação do Cristo bíblico e histórico como Salvador e Senhor, com o intuito de persuadir as pessoas a vir a ele pessoalmente e, assim, se reconciliarem com Deus. Ao fazermos o convite do evangelho, não temos o direito de esconder o custo do discipulado. Jesus ainda convida todos os que queiram segui-lo e negarem-se a si mesmos, tomarem a cruz e identificarem-se com a sua nova comunidade. Os resultados da evangelização incluem a obediência a Cristo, o ingresso em sua igreja e um serviço responsável no mundo.

5. A Responsabilidade Social Cristã

Afirmamos que Deus é o Criador e o Juiz de todos os homens. Portanto, devemos partilhar o seu interesse pela justiça e pela conciliação em toda a sociedade humana, e pela libertação dos homens de todo tipo de opressão. Porque a humanidade foi feita à imagem de Deus, toda pessoa, sem distinção de raça, religião, cor, cultura, classe social, sexo ou idade possui uma dignidade intrínseca em razão da qual deve ser respeitada e servida, e não explorada. Aqui também nos arrependemos de nossa negligência e de termos algumas vezes considerado a evangelização e a atividade social mutuamente exclusivas. Embora a reconciliação com o homem não seja reconciliação com Deus, nem a ação social evangelização, nem a libertação política salvação, afirmamos que a evangelização e o envolvimento sócio-político são ambos parte do nosso dever cristão. Pois ambos são necessárias expressões de nossas doutrinas acerca de Deus e do homem, de nosso amor por nosso próximo e de nossa obediência a Jesus Cristo. A mensagem da salvação implica também uma mensagem de juízo sobre toda forma de alienação, de opressão e de discriminação, e não devemos ter medo de denunciar o mal e a injustiça onde quer que existam. Quando as pessoas recebem Cristo, nascem de novo em seu reino e devem procurar não só evidenciar mas também divulgar a retidão do reino em meio a um mundo injusto. A salvação que alegamos possuir deve estar nos transformando na totalidade de nossas responsabilidades pessoais e sociais. A fé sem obras é morta.

6. A Igreja e a Evangelização

Afirmamos que Cristo envia o seu povo redimido ao mundo assim como o Pai o enviou, e que isso requer uma penetração de igual modo profunda e sacrificial. Precisamos deixar os nossos guetos eclesiásticos e penetrar na sociedade não-cristã. Na missão de serviço sacrificial da igreja a evangelização é primordial. A evangelização mundial requer que a igreja inteira leve o evangelho integral ao mundo todo. A igreja ocupa o ponto central do propósito divino para com o mundo, e é o agente que ele promoveu para difundir o evangelho. Mas uma igreja que pregue a Cruz deve, ela própria, ser marcada pela Cruz. Ela torna-se uma pedra de tropeço para a evangelização quando trai o evangelho ou quando lhe falta uma fé viva em Deus, um amor genuíno pelas pessoas, ou uma honestidade escrupulosa em todas as coisas, inclusive em promoção e finanças. A igreja é antes a comunidade do povo de Deus do que uma instituição, e não pode ser identificada com qualquer cultura em particular, nem com qualquer sistema social ou político, nem com ideologias humanas.

7. Cooperação na Evangelização

Afirmamos que é propósito de Deus haver na igreja uma unidade visível de pensamento quanto à verdade. A evangelização também nos convoca à unidade, porque o ser um só corpo reforça o nosso testemunho, assim como a nossa desunião enfraquece o nosso evangelho de reconciliação. Reconhecemos, entretanto, que a unidade organizacional pode tomar muitas formas e não ativa necessariamente a evangelização. Contudo, nós, que partilhamos a mesma fé bíblica, devemos estar intimamente unidos na comunhão uns com os outros, nas obras e no testemunho. Confessamos que o nosso testemunho, algumas vezes, tem sido manchado por pecaminoso individualismo e desnecessária duplicação de esforço. Empenhamo-nos por encontrar uma unidade mais profunda na verdade, na adoração, na santidade e na missão. Instamos para que se apresse o desenvolvimento de uma cooperação regional e funcional para maior amplitude da missão da igreja, para o planejamento estratégico, para o encorajamento mútuo, e para o compartilhamento de recursos e de experiências.

8. Esforço Conjugado de Igrejas na Evangelização

Regozijamo-nos com o alvorecer de uma nova era missionária. O papel dominante das missões ocidentais está desaparecendo rapidamente. Deus está levantando das igrejas mais jovens um grande e novo recurso para a evangelização mundial, demonstrando assim que a responsabilidade de evangelizar pertence a todo o corpo de Cristo. Todas as igrejas, portando, devem perguntar a Deus, e a si próprias, o que deveriam estar fazendo tanto para alcançar suas próprias áreas como para enviar missionários a outras partes do mundo. Deve ser permanente o processo de reavaliação da nossa responsabilidade e atuação missionária. Assim, haverá um crescente esforço conjugado pelas igrejas, o que revelará com maior clareza o caráter universal da igreja de Cristo. Também agradecemos a Deus pela existência de instituições que laboram na tradução da Bíblia, na educação teológica, no uso dos meios de comunicação de massa, na literatura cristã, na evangelização, em missões, no avivamento de igrejas e em outros campos especializados. Elas também devem empenhar-se em constante auto-exame que as levem a uma avaliação correta de sua eficácia como parte da missão da igreja.

9. Urgência da Tarefa Evangelística

Mais de dois bilhões e setecentos milhões de pessoas, ou seja, mais de dois terços da humanidade, ainda estão por serem evangelizadas. Causa-nos vergonha ver tanta gente esquecida; continua sendo uma reprimenda para nós e para toda a igreja. Existe agora, entretanto, em muitas partes do mundo, uma receptividade sem precedentes ao Senhor Jesus Cristo. Estamos convencidos de que esta é a ocasião para que as igrejas e as instituições para-eclesiásticas orem com seriedade pela salvação dos não-alcançados e se lancem em novos esforços para realizarem a evangelização mundial. A redução de missionários estrangeiros e de dinheiro num país evangelizado algumas vezes talvez seja necessária para facilitar o crescimento da igreja nacional em autonomia, e para liberar recursos para áreas ainda não evangelizadas. Deve haver um fluxo cada vez mais livre de missionários entre os seis continentes num espírito de abnegação e prontidão em servir. O alvo deve ser o de conseguir por todos os meios possíveis e no menor espaço de tempo, que toda pessoa tenha a oportunidade de ouvir, de compreender e de receber as boas novas. Não podemos esperar atingir esse alvo sem sacrifício. Todos nós estamos chocados com a pobreza de milhões de pessoas, e conturbados pelas injustiças que a provocam. Aqueles dentre nós que vivem em meio à opulência aceitam como obrigação sua desenvolver um estilo de vida simples a fim de contribuir mais generosamente tanto para aliviar os necessitados como para a evangelização deles.

10. Evangelização e Cultura

O desenvolvimento de estratégias para a evangelização mundial requer metodologia nova e criativa. Com a bênção de Deus, o resultado será o surgimento de igrejas profundamente enraizadas em Cristo e estreitamente relacionadas com a cultura local. A cultura deve sempre ser julgada e provada pelas Escrituras. Porque o homem é criatura de Deus, parte de sua cultura é rica em beleza e em bondade; porque ele experimentou a queda, toda a sua cultura está manchada pelo pecado, e parte dela é demoníaca. O evangelho não pressupõe a superioridade de uma cultura sobre a outra, mas avalia todas elas segundo o seu próprio critério de verdade e justiça, e insiste na aceitação de valores morais absolutos, em todas as culturas. As missões, muitas vezes têm exportado, juntamente com o evangelho, uma cultura estranha, e as igrejas, por vezes, têm ficado submissas aos ditames de uma determinada cultura, em vez de às Escrituras. Os evangelistas de Cristo têm de, humildemente, procurar esvaziar-se de tudo, exceto de sua autenticidade pessoal, a fim de se tornarem servos dos outros, e as igrejas têm de procurar transformar e enriquecer a cultura; tudo para a glória de Deus.

11. Educação e Liderança

Confessamos que às vezes temos nos empenhado em conseguir o crescimento numérico da igreja em detrimento do espiritual, divorciando a evangelização da edificação dos crentes. Também reconhecemos que algumas de nossas missões têm sido muito remissas em treinar e incentivar líderes nacionais a assumirem suas justas responsabilidades. Contudo, apoiamos integralmente os princípios que regem a formação de uma igreja de fato nacional, e ardentemente desejamos que toda a igreja tenha líderes nacionais que manifestem um estilo cristão de liderança não em termos de domínio, mas de serviço. Reconhecemos que há uma grande necessidade de desenvolver a educação teológica, especialmente para líderes eclesiáticos. Em toda nação e em toda cultura deve haver um eficiente programa de treinamento para pastores e leigos em doutrina, em discipulado, em evangelização, em edificação e em serviço. Este treinamento não deve depender de uma metodologia estereotipada, mas deve se desenvolver a partir de iniciativas locais criativas, de acordo com os padrões bíblicos.

12. Conflito Espiritual

Cremos que estamos empenhados num permanente conflito espiritual com os principados e potestades do mal, que querem destruir a igreja e frustrar sua tarefa de evangelização mundial. Sabemos da necessidade de nos revestirmos da armadura de Deus e combater esta batalha com as armas espirituais da verdade e da oração. Pois percebemos a atividade no nosso inimigo, não somente nas falsas ideologias fora da igreja, mas também dentro dela em falsos evangelhos que torcem as Escrituras e colocam o homem no lugar de Deus. Precisamos tanto de vigilância como de discernimento para salva guardar o evangelho bíblico. Reconhecemos que nós mesmos não somos imunes ao perigo de capitularmos ao secularismo. Por exemplo, embora tendo à nossa disposição pesquisas bem preparadas, valiosas, sobre o crescimento da igreja, tanto no sentido numérico como espiritual, às vezes não as temos utilizado. Por outro lado, por vezes tem acontecido que, na ânsia de conseguir resultados para o evangelho, temos comprometido a nossa mensagem, temos manipulado os nossos ouvintes com técnicas de pressão, e temos estado excessivamente preocupados com as estatísticas, e até mesmo utilizando-as de forma desonesta. A igreja tem que estar no mundo; o mundo não tem que estar na igreja.

13. Liberdade e Perseguição

É dever de toda nação, dever que foi estabelecido por Deus, assegurar condições de paz, de justiça e de liberdade em que a igreja possa obedecer a Deus, servir a Cristo Senhor e pregar o evangelho sem impedimentos. Portanto, oramos pelos líderes das nações e com eles instamos para que garantam a liberdade de pensamento e de consciência, e a liberdade de praticar e propagar a religião, de acordo com a vontade de Deus, e com o que vem expresso na Declaração Universal do Direitos Humanos. Também expressamos nossa profunda preocupação com todos os que foram injustamente encarcerados, especialmente com nossos irmãos que estão sofrendo por causa do seu testemunho do Senhor Jesus. Prometemos orar e trabalhar pela libertação deles. Ao mesmo tempo, recusamo-nos a ser intimidados por sua situação. Com a ajuda de Deus, nós também procuraremos nos opor a toda injustiça e permanecer fiéis ao evangelho, seja a que custo for. Não nos esqueçamos de que Jesus nos previniu de que a perseguição é inevitável.

14. O Poder do Espírito Santo

Cremos no poder do Espírito Santo. O pai enviou o seu Espírito para dar testemunho do seu Filho. Sem o testemunho dele o nosso seria em vão. Convicção de pecado, fé em Cristo, novo nascimento cristão, é tudo obra dele. De mais a mais, o Espírito Santo é um Espírito missionário, de maneira que a evangelização deve surgir espontaneamente numa igreja cheia do Espírito. A igreja que não é missionária contradiz a si mesma e debela o Espírito. A evangelização mundial só se tornará realidade quando o Espírito renovar a igreja na verdade, na sabedoria, na fé, na santidade, no amor e no poder. Portanto, instamos com todos os cristãos para que orem pedindo pela visita do soberano Espírito de Deus, a fim de que o seu fruto todo apareça em todo o seu povo, e que todos os seus dons enriqueçam o corpo de Cristo. Só então a igreja inteira se tornará um instrumento adequado em Suas mãos, para que toda a terra ouça a Sua voz.

15. O Retorno de Cristo

Cremos que Jesus Cristo voltará pessoal e visivelmente, em poder e glória, para consumar a salvação e o juízo. Esta promessa de sua vinda é um estímulo ainda maior à evangelização, pois lembramo-nos de que ele disse que o evangelho deve ser primeiramente pregado a todas as nações. Acreditamos que o período que vai desde a ascensão de Cristo até o seu retorno será preenchido com a missão do povo de Deus, que não pode parar esta obra antes do Fim. Também nos lembramos da sua advertência de que falsos cristos e falsos profetas apareceriam como precursores do Anticristo. Portanto, rejeitamos como sendo apenas um sonho da vaidade humana a idéia de que o homem possa algum dia construir uma utopia na terra. A nossa confiança cristã é a de que Deus aperfeiçoará o seu reino, e aguardamos ansiosamente esse dia, e o novo céu e a nova terra em que a justiça habitará e Deus reinará para sempre. Enquanto isso, rededicamo-nos ao serviço de Cristo e dos homens em alegre submissão à sua autoridade sobre a totalidade de nossas vidas.

CONCLUSÃO

Portanto, à luz desta nossa fé e resolução, firmamos um pacto solene com Deus, bem como uns com os outros, de orar, planejar e trabalhar juntos pela evangelização de todo o mundo. Instamos com outros para que se juntem a nós. Que Deus nos ajude por sua graça e para a sua glória a sermos fiéis a este Pacto! Amém. Aleluia!

Conteúdo do Livro:

Congresso Internacional de Evangelização mundial. Suíça- 1974, mais de 150 nações, 2.700 participantes líderes e 4.000 congressistas.

Conflito Espiritual

Cremos que estamos empenhados num permanente conflito espiritual com os principados e potestades do mal, que querem destruir a igreja e frustrar a sua tarefa de evangelização mundial. Sabemos da necessidade de nos revestirmos da armadura de Deus e combater esta batalha com as armas espirituais da verdade e da oração.

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O Congresso Internacional de Evangelização Mundial, realizado em 1974 em Lausanne, Suíça, não foi somente um evento marcante na vida de 4.000 congressistas vindos de muitos países. Ele desencadeou um movimento de evangelização de grupos humanos concretos, que antes não contavam com a presença cristã significativa, como também deu impulso a uma reflexão teológica sobre assuntos relacionados com a evangelização do mundo. Na verdade, o movimento de Lausanne é um interessante experimento de convívio entre peritos em estratégia missionária (os práticos) e peritos em teologia (os teóricos); convívio, aliás, por vezes tenso, mas frutífero e criativo.

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Entre várias reinterpretações populares hodiernas de Jesus, encontram-se Jesus o revolucionário violento, Jesus o palhaço de circo(ver godspell) E Jesus o super-astro desiludido.
Contra essas fantasias da mente humana, devemos ser fiéis ao Jesus autêntico, o Cristo bíblico e histórico.Para melhor compreensão da soberania de Cristo, faça uma análise profunda no livro( carta) de Hebreus.

Todos os homens estão perecendo por causa do pecado, mas Deus ama todos os homens, desejando que nenhum pereça, mas que todos se arrependam. Entretanto, os que rejeitam Cristo repudiam o gozo da Salvação e condenam-se à separação eterna de Deus.
Particularmente, não podemos falar acerca de missão ou evangelização sem primeiro falarmos acerca de Deus. Pois missão e evangelização não são novidades do homem moderno, mas parte do eterno propósito de Deus.

Jesus chamou o diabo de "mentiroso e pai da mentira" ( Jo 8:44). Ele odeia a verdade e está constantemente procurando induzir o homem ao erro.

O diabo usa armas tanto morais como intelectuais. Se ele não consegue induzir a igreja em erros, tenta corrompê-la com pecado e mundanismo. A Igreja tem que está no mundo; e não o mundo estar na Igreja ( 2 Co 4:2; 17:15).

O Senhor está conosco, Mt 28:19-20; At 1:8-11.
Falsos Cristos e falsos profetas apareceriam como precursores do Anticristo ( Mc 13:21-23; I Jo 2:18; 4:1-3).

" O Evangelho que pregamos precisa ser rico de conteúdo." E esse conteúdo precisa ser bíblico.

[Lausanne, Suíça, 1974]

www.lausanne.org/

PT e outros partidos de esquerda sentem-se ameaçados com Frente Parlamentar Evangélica

Comissões controladas por esquerdistas têm poder de avançar agenda de aborto e homossexualismo, mas atuação de parlamentares evangélicos tem sido empecilho

Julio Severo
A presença do Pr. Marco Feliciano (PSC-SP) na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara destacou que a esquerda brasileira, que já domina praticamente tudo na esfera política do Brasil, não ficará satisfeita enquanto não controlar todos os espaços do Congresso Nacional que podem avançar a legalização do aborto e do homossexualismo.
As estratégias deles sempre acabam se esbarrando na Frente Parlamentar Evangélica (FPE), que tem apenas 68 deputados, um número pequeno se comparado ao total de mais de 500 parlamentares no Congresso.

Ainda que muito menos poderosa do que as esquerdas radicais presentes no Congresso, a FPE tem feito presença nas comissões que são usadas por grupos esquerdistas para aprovar super-direitos para indivíduos que praticam atos homossexuais. A FPE tem também sobressaído em embates contra grupos que lutam por leis mais liberais sobre aborto e drogas.
Os atritos estão se intensificando, pois os grupos pró-aborto e pró-homossexualismo não aceitam a presença da FPE nas comissões que tratam desses temas. Desde o início do ano, de acordo com o jornal Estado de S. Paulo, a FPE “ocupa 18 das 72 cadeiras da Comissão de Seguridade Social e Família, cuja atribuição é analisar projetos ligados à saúde pública, como consumo de drogas e bebida alcoólica por jovens, e à família, como aborto e proteção à criança. Do grupo evangélico, seis são titulares na comissão e os outros 12, suplentes”.

Na Comissão de Direitos Humanos e Minorias, a FPE conquistou 14 dos 36 postos e a presidência. Isso significa quase 40% das vagas. Embora a tarefa dessa comissão tenha sido, até agora, avaliar denúncias e projetos ligados à pretensa violação dos direitos humanos, o fato é que o termo direitos humanos foi usado para tudo ali, até mesmo aprovar o infame kit gay. Com essa mesma desculpa, petistas e outros esquerdistas que controlavam essa comissão pretendiam classificar como crime a crítica às práticas homossexuais.

Meios de comunicação

Outra preocupação para as esquerdas é a presença da FPE na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática. Embora os esquerdistas controlem a maioria das 42 cadeiras, a FPE conseguiu 14, com sete titulares e sete suplentes. Entre as atribuições dessa comissão está a análise de pedidos de concessão para rádios. A presença da FPE nessa comissão impede que parlamentares totalitários avancem seus projetos que visam proibir o aluguel de horários para programas cristãos em canais de TV aberta — projetos que destruirão a pregação do Evangelho nos espaços de TV e rádio.
A Comissão de Constituição e Justiça, a mais importante da Câmara dos Deputados, é um espaço do qual o PT e outros partidos de esquerda não abrem mão. João Paulo Cunha e José Genoíno, petistas que recentemente foram condenados pelo Supremo Tribunal Federal como criminosos, foram assim mesmo empossados nessa comissão, que tem a tarefa de analisar aspectos constitucionais e legais dos projetos. Do total de 132 cadeiras nas mãos principalmente de corruptos e militantes, apenas 18 (sete titulares e nove suplentes) estão com a FPE, que muito pouco pode fazer com um número tão pequeno.

Por não ter maioria nas comissões, a Frente Parlamentar Evangélica, formada em grande parte por pentecostais e neopentecostais, se articula com outros grupos religiosos em torno das questões morais. De acordo com a pesquisadora Maria das Dores Campos Machado, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), evangélicos e católicos carismáticos vêm atuando em conjunto para impedir o avanço da legalização do aborto.
Com informações do jornal Estado de S. Paulo.
Fonte: www.juliosevero.com

Canção da Graça

Canção da Graça – Hélvio Sodré

Uuu uuu u.
Uuu uuu u.

Desde que a salvação bateu à porta.
A gente já não volta, a gente vive em graça.
Toda avidez em busca da verdade.
Fica à vontade, em meio à sua palavra.

A gente sai pra ser feliz na multidão. a gente vive a loucura da razão.
Sai na varanda enquanto o mundo só tem olhos pra dispensa.
E a gente sente o nosso coração pulsar.
E a gente rasga o nosso orgulho pra amar.
Proclama e vive o evangelho pra fazer a diferença.
E a gente vê na redenção o seu amor.
A gente é fruto da sua graça e seu favor.
A gente vai viver contigo lá no céu.
E a gente conta as horas pra você voltar.
A gente sente a sua paz nos confortar.
A gente vai viver contigo lá no céu

Jean Wyllys no Mackenzie: Debate saudável?

Universidade presbiteriana cede aos modismos politicamente corretos?

FONTE: WWW.JULIOSEVERO.COM

Em seu debate intitulado “Diversidade Sexual e Liberdade Religiosa: Um casamento possível?” em 28 de fevereiro de 2013, a Universidade Presbiteriana Mackenzie, em parceria com sua chancelaria, convidou o deputado supremacista gay Jean Wyllys para tratar do tema diversidade sexual.
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Em sua apresentação de Wyllys, a universidade o descreveu: “Militante pelas liberdades civis, atuava nas comunidades eclesiais de base da Igreja Católica. Parceiro dos movimentos LGBT, negro e de mulheres. Participa de ação de combate à homofobia, à intolerância, aos fundamentalismos religiosos…”
Para que o debate não fosse 100% gayzista, o chanceler Augustus Nicodemus Lopes também convidou o Dr. Guilherme Zanina Schelb, membro do Conselho Diretivo Nacional da ANAJURE, do qual o próprio Nicodemus é presidente do conselho.
Na apresentação de Schelb, o Mackenzie destacou que o membro da ANAJURE ficou famoso internacionalmente como coordenador de alguns inquéritos, inclusive um denominado “Guerrilha do Araguaia”. Esse inquérito, de acordo com informações do Senado, foi para atender aos pedidos dos familiares de 68 guerrilheiros comunistas que morreram em combates aos militares brasileiros no início da década de 1970, no Araguaia. Esses criminosos lutavam contra o governo brasileiro a fim de implantarem no Brasil uma ditadura comunista.
Como se isso já não fosse suficientemente suspeito, Schelb já foi acusado de tentar fazer dinheiro com suas investigações, uma atitude que entra em choque com a ética cristã, ainda mais quando lucros são obtidos com a defesa de uma suposta imagem positiva de patentes criminosos comunistas.
Fora dessa esfera, ele é conhecido como “moderado”, seja lá o que for que isso signifique.
O Mackenzie não disponibilizou, até o momento, o conteúdo das falas de Wyllys ou Schelb, mas uma estudante da universidade presbiteriana, que assistiu pessoalmente ao debate, manifestou publicamente que adorou o discurso do supremacista gay, dizendo:
Jean+Wyllys+no+Mackenzie.JPG
(Twitter) De estudante do Mackenzie para Jean Wyllys: “Sou da Mackenzie e acabei de voltar do debate! Estou IMPRESSIONADA com a sua capacidade de debate e sua inteligência”.
Não se pode dizer, porém, que o Mackenzie foi a primeira instituição evangélica do Brasil a convidar um ativista gay para um debate. Essa “glória” insana pertence à Escola Superior de Teologia (EST) que em 2006 realizou um evento onde o participante mais famoso foi Luiz Mott, líder do movimento gay brasileiro acusado de defender a pedofilia. A EST pertence à Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil.
Depois de Luiz Mott na EST e Jean Wyllys no Mackenzie, o que virá? Toni Reis na notoriamente esquerdista Universidade Metodista de São Paulo?
Enquanto estou tentando entender como a participação de Wyllys poderia representar algum benefício para o Cristianismo brasileiro ou para a própria universidade presbiteriana, leio no Twitter de Wyllys uma mensagem dele recomendando Ricardo Gondim, um famoso pastor progressista no Brasil, mas hoje enlouquecido pelas ideias da Teologia da Libertação:
Jean+Wyllys+recomenda+Ricardo+Gondim.JPG
(Twitter) De Jean Wyllys para Ricardo Gondim: Texto lindo do pastor (pastor de verdade, culto, sensível, progressista).
Outra mensagem de Wyllys recomenda descaradamente Paulo Ghiraldelli:
Jean+Wyllys+recomenda+pedófilo.JPG
(Twitter) De Jean Wyllys: Interessante contribuição ao debate. Você já leu este artigo de Ghiraldelli?
Ghiraldelli é um filósofo conhecido por defender publicamente a homossexualidade e a pedofilia.
Como é que uma universidade evangélica consegue convidar um ativista gay que recomenda um defensor da pedofilia? Além disso, como é que uma universidade presbiteriana consegue apresentá-lo como alguém ativamente envolvido no “combate à homofobia, à intolerância, aos fundamentalismos religiosos”? Não sentem nenhuma vergonha na cara?
Poderiam convidá-lo pelo menos para evangelização? Claro que sim. É obrigação de toda instituição que leva o nome cristão evangelizar os promotores de abominações, não promovê-los.
No caso de Wyllys, cuja formação ocorreu nas comunidades eclesiais de base, notórios vespeiros da marxista Teologia da Libertação, cabia à chancelaria do Mackenzie a responsabilidade de vetar, repudiar e rejeitar o espaço de publicidade ideológica gratuita para o notório supremacista gay.
Em 2010, a mesma chancelaria, sob pressão de tais supremacistas, removeu do site da universidade presbiteriana um manifesto anti-PLC 122 que estava postado ali desde 2007. Bastou que os supremacistas notassem e condenassem o manifesto (que fazia uma oposição suavizada à agenda gay), para que o chanceler do Mackenzie atendesse às ameaças dos birrentos ativistas homossexuais.
Na época, alguns calvinistas ligados ao Mackenzie me disseram que o manifesto fora removido porque a preocupação prioritária do Mackenzie é a “evangelização”. Mas não vi os mackenzistas saindo às ruas evangelizando os manifestantes. E o “combatedor da ‘homofobia’, da intolerância e dos fundamentalismos religiosos” não foi evidentemente convidado para ser exposto ao conhecimento técnico do Evangelho da salvação por meio dos teólogos calvinistas do Mackenzie — convite que ele prontamente rechaçaria.
Eu sofro a mesma pressão dos supremacistas gays para remover do meu blog os meus artigos e manifestos que denunciam o PLC 122 e a agenda gay. Pelo fato de que não cedo, sou alvo de todos os tipos de ações que visam censurar, bloquear e eliminar meus blogs por inteiro. Outros ataques vêm de esquerdistas evangélicos que se autodenominam apologetas ou calvinistas. Mas nem minha postura nem os constantes ataques e ameaças que recebo impedem a evangelização de jovens homossexuais, que fazem contato comigo pedindo socorro.
Do mesmo modo, estou certo de que se o Mackenzie não tivesse removido seu manifesto anti-PLC 122, não faltariam oportunidades de evangelização, inclusive dos próprios homossexuais e ativistas gays que estudam e trabalham na universidade presbiteriana.
Contudo, se o Mackenzie desta vez mudou de ideia e, em vez de evangelização, queria apenas “debate”, por que trazer Wyllys? Por que deixá-lo usar a universidade evangélica como “púlpito” para pregar suas perversões?
Não era melhor então trazer alguém mais capacitado?
Para um debate genuinamente cristão sobre as ameaças do ativismo gay na sociedade brasileira, o Mackenzie poderia ter convidado Silas Malafaia, cujas opiniões cristãs sobre homossexualidade valem muito mais do que milhões de palestras de Wyllys.
Entretanto, a crença de Malafaia em dons sobrenaturais do Espírito Santo como profecia, curas, milagres e línguas para hoje poderia desqualificá-lo para tal convite. Além disso, ele não tem o selo presbiteriano ou calvinista. Mas Wyllys tem tal selo? Tudo o que ele já fez mais proximamente disso foi dizer que “os calvinistas são aliados do movimento homossexual”.
Será que Wyllys estava se referindo aos EUA, onde a maior denominação presbiteriana ordena pastores gays e promove um liberalismo e esquerdismo que fariam os ossos podres de Karl Marx estremecerem de alegria em seu túmulo?
Se estava falando do Brasil, com certeza, ele estava se referindo ao Genizah e outros tabloides calvinistas que clonam seu sensacionalismo liberalóide. Dá para incluir o Mackenzie nisso? De forma direta, acho que não. Mas indiretamente, é uma possibilidade. O chanceler não é um liberalóide, mas sua descrença no poder do Espírito Santo na vida dos cristãos de hoje o torna vulnerável às ciladas e pressões politicamente corretas.
Ao descrever o chanceler, o Dicionário Babylon (conforme acessado em 2 de março de 2013) diz: Augustus Nicodemus Lopes “acredita no fim da revelação divina através de dons espirituais como profecia, bem como não acredita na manifestação de línguas estranhas como sinal de atuação do Espírito Santo para os dias modernos. Por esse motivo, é considerado por escritores pentecostais como cessacionista e elitista em sua interpretação das Escrituras”.
Augustus+Nicodemus+no+Babylon.JPG
Talvez tivesse faltado orientação divina para saber quando não ceder ao feroz ativismo gay e quando agir evangelisticamente. “Onde não há visão profética”, diz Provérbios 29:18, “o povo de Deus tropeça”. Outras versões dizem que o povo de Deus chega a perecer. Tudo isso, conforme diz a versão King James Atualizada, porque “Um povo que não aceita a revelação do SENHOR” tropeça, e alguns estão fazendo essa escolha infeliz por acreditarem numa teologia que determina que visões proféticas de orientação ministerial e pessoal não são possíveis fora dos tempos da Bíblia.
Seja como for, com ou sem visão, é óbvio que a Universidade Mackenzie não convidou Wyllys para propósitos evangelísticos.
Talvez quisessem apenas usar a presença famosa dele para que a grande mídia esquerdista, que tanto paparica Wyllys com holofotes e propaganda, notasse que a ANAJURE existe.
Tal tática, se realmente foi usada, é um meio estranho de alcançar visibilidade e holofote, especialmente para cristãos, que deveriam crer que Deus honra aqueles que O honram, e dá visibilidade a quem publicamente — na universidade, televisão ou outro lugar — confessa Seu nome, conforme Jesus Cristo, a Palavra viva, ensinou:
“Digo-vos mais: todo aquele que me confessar diante das pessoas, também o Filho do homem o confessará diante dos anjos de Deus. No entanto, o que me negar diante dos homens será negado diante dos anjos de Deus.” (Lucas 12:8-9 KJA)
“É Deus quem julga: a um rebaixa, a outro eleva!” (1 Samuel 2:7 KJA)
Antes, Wyllys tivesse sido convidado apenas para escutar sobre o Filho do Homem que liberta os homens do pecado homossexual.

Versão em inglês deste artigo: Gay militant Jean Wyllys at Brazilian Presbyterian University
Fonte: www.juliosevero.com